Gás de cozinha fica 6,7% mais caro

O gás de botijão será reajustado em 6,7% este mês, segundo a Petrobras. A nova alta acontece em função da recente política de preços para o...

O gás de botijão será reajustado em 6,7% este mês, segundo a Petrobras. A nova alta acontece em função da recente política de preços para o produto, que passará a ser revisado mensalmente. A decisão vale apenas para o gás vendido em botijões de 13 quilos e começa a vigorar nesta quinta-feira (08).
Segundo a estatal, se o repasse ao consumidor for integral, o aumento no preço final será de 2,2%, ou R$ 1,25 por botijão. De acordo com o Sindicato dos Revendedores de GLP de Pernambuco (Sinregás-PE), não há como precisar de quanto será o aumento no Estado, mas, considerando um repasse total, de 6,7%, o preço médio sairia de R$ 50,26 para R$ 53,72.
O último reajuste promovido pela estatal no preço deste combustível foi no dia 21 de março, quando o valor cobrado nas refinarias subiu 9,8%. A nova política de preços para o gás de cozinha institui uma fórmula que considera as cotações europeias do butano e do propano – gases obtidos a partir do refino de petróleo que compõem a fórmula do gás liquefeito de petróleo (GLP, o nome técnico do gás de cozinha).
O diretor do Sinregás-PE, Evyo de Abreu e Lima, concorda com a decisão de equiparar o custo do gás ao preço do mercado internacional. “É mais justo com as distribuidoras, que em outros tempos precisavam absorver os gastos quando as cotações aumentavam, e com o consumidor também, que terá a possibilidade de sentir a retração no preço quando o inverso acontecer”, justificou.
Segundo o presidente da Petrobras, Pedro Parente, a política, aprovada ontem pela diretoria executiva da estatal, segue a resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que determina a comercialização da embalagem destinada a uso doméstico a preços inferiores às demais apresentações.
Parente explicou ainda que, com isso, a empresa completa o ciclo de definição de políticas para os produtos da companhia, garantindo a previsibilidade de preço – semelhante ao que acontece com a gasolina.
“Em relação ao consumidor final, podemos dizer que nós vamos seguir rigorosamente a referência utilizada com a gasolina e o diesel, significando dizer que, assim como pode subir [o preço], também pode cair. A gente fala com a autoridade de quem, desde outubro, fez sete reajustes e cinco foram de redução de preço. Isso também pode ser vantajoso para o consumidor, dado que nós vamos seguir uma referência que sobe e que desce”, afirmou.
Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) fez avaliação positiva do anúncio. O Sindicato ressaltou que a nova política de preços “ainda deixa o preço aproximadamente 15% abaixo da paridade de importação” e ressalta que “é precipitado afirmar que esse percentual médio seja aplicado de forma linear”. (Via: Agência Brasil)

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